2 de fevereiro - ou, Iemanjá de cu é rola
Esse nosso povinho é uma coisa que eu vou te contar, puta que o pariu (pensei muito outro vocábulo pra expressar minha admiração, mas nenhum compreendia de forma adequada tanto quanto o bom e velho "puta que o pariu").
Hoje é dia 2 de Fevereiro. Dia de Iemanjá, me diz o Jornal Hoje e a música de Cheiro de Amor. É o dia de mais uma expressão do atraso cultural desse nosso país, onde, por meio de uma expressão "artístico-cocô-cultural", revela-se sua índole verdadeiramente terceiro-mundista e arcaico-festiva.
Num país de pobres subnutridos e analfabetos, vemos a manifestação de burrice coletiva nesse dia de hoje, quando hordas de pobres, pretos e sujos, jogam fora, no mar!, quilos e mais quilos de fartas refeições e bebidas alcóolicas, verdadeiro banquete, além de outros apetrechos de luxos, como charutos! Joga-se tudo fora! "Para Iemanjá", dizem eles, pobres ignorantes imbecis. E os antropólogos, estas figuras esquisitas, de vestimenta hiponga, hábitos alimentares "alternativos" (não comem carne, pelo amor de Deus!), com barbas de 6 meses e rastafaris fedorentos, auto-denominados relativistas ("todos os estilos de vida são válidos, morô?" Os anos 60 já se foi, cambada de otários! que raiva dessa galera!), sempre tocando aquele tamborzinho irritante e repetitivo, dizem que se trata, na verdade, da indicação do lindo sincronismo cultural que constitui este país. É, eles dizem isso, mas trepam mesmo é com antropólogos galegos da Noruega, não se imiscuem com o populacho, e, afinal de contas, têm o que comer, por bizarro que seja, ao voltarem pras suas casas (e têm casas, ainda que seja em Olinda).
Tudo isso sem levar em conta o problema ambiental. Vá no Rio de Janeiro numa época dessas. As praças e praias estão imundas, cheias de restos de comida, plásticos, lixo de toda natureza, cachaça (da pior qualidade) e velas acesas (um perigo). O mar não precisa de ainda mais essa poluição. Ora, quando é pixe que suja o mar, pelo menos é por algo imprescindível pra humanidade - petróleo. E não por crendice estúpida e sem nexo.
Quando irá esse nosso povinho tomar consciência e parar com esses costumes rudes e anacrônicos, além de irracionais? Deveria o Governo realizar uma campanha de esclarecimento: "Parem de jogar comida fora. Comam, caceta! Ou então parem de reclamar!". (Pra quê pagamos tantos impostos?!) Depois passam fome e não sabem porquê. Ora, porra. Bem feito. Quem manda ser burro. E a Globo acha lindo - "os baianos fazem oferendas a Iemanjá" (como se os cariocas também não fizessem essa coisa de africano! Tem preto e pobre lá também, bando de babaca!).
Hoje é dia 2 de Fevereiro. Dia de Iemanjá, me diz o Jornal Hoje e a música de Cheiro de Amor. É o dia de mais uma expressão do atraso cultural desse nosso país, onde, por meio de uma expressão "artístico-cocô-cultural", revela-se sua índole verdadeiramente terceiro-mundista e arcaico-festiva.
Num país de pobres subnutridos e analfabetos, vemos a manifestação de burrice coletiva nesse dia de hoje, quando hordas de pobres, pretos e sujos, jogam fora, no mar!, quilos e mais quilos de fartas refeições e bebidas alcóolicas, verdadeiro banquete, além de outros apetrechos de luxos, como charutos! Joga-se tudo fora! "Para Iemanjá", dizem eles, pobres ignorantes imbecis. E os antropólogos, estas figuras esquisitas, de vestimenta hiponga, hábitos alimentares "alternativos" (não comem carne, pelo amor de Deus!), com barbas de 6 meses e rastafaris fedorentos, auto-denominados relativistas ("todos os estilos de vida são válidos, morô?" Os anos 60 já se foi, cambada de otários! que raiva dessa galera!), sempre tocando aquele tamborzinho irritante e repetitivo, dizem que se trata, na verdade, da indicação do lindo sincronismo cultural que constitui este país. É, eles dizem isso, mas trepam mesmo é com antropólogos galegos da Noruega, não se imiscuem com o populacho, e, afinal de contas, têm o que comer, por bizarro que seja, ao voltarem pras suas casas (e têm casas, ainda que seja em Olinda).
Tudo isso sem levar em conta o problema ambiental. Vá no Rio de Janeiro numa época dessas. As praças e praias estão imundas, cheias de restos de comida, plásticos, lixo de toda natureza, cachaça (da pior qualidade) e velas acesas (um perigo). O mar não precisa de ainda mais essa poluição. Ora, quando é pixe que suja o mar, pelo menos é por algo imprescindível pra humanidade - petróleo. E não por crendice estúpida e sem nexo.
Quando irá esse nosso povinho tomar consciência e parar com esses costumes rudes e anacrônicos, além de irracionais? Deveria o Governo realizar uma campanha de esclarecimento: "Parem de jogar comida fora. Comam, caceta! Ou então parem de reclamar!". (Pra quê pagamos tantos impostos?!) Depois passam fome e não sabem porquê. Ora, porra. Bem feito. Quem manda ser burro. E a Globo acha lindo - "os baianos fazem oferendas a Iemanjá" (como se os cariocas também não fizessem essa coisa de africano! Tem preto e pobre lá também, bando de babaca!).

2 Comments:
Puta que pariu sou eu que digo qd leio uma coisa dessas de uma pessoa tão ignorante e pobre tb, mas não te posses e sim de cultura e religiosidade! Ora, se vc não gosta de religião vai colher flores!!!
Que coisa feia, passando seu rico tempo para falar mal de uma religião tão bonita no MUNDO, pois não é só no Brasil não, sabia?!?!? No mínimo vc deve ser um desses fanáticos que acham que vão para o céu... Ora, desse jeito.... Não sei não...grosso, ignorante e sem cultura é vc...!
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